quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Não sou a única!


Afinal as outras também estão com os mesmos problemas!

Não é, claro uma questão para festejar...mas um reflexo que afinal não sou só eu que não esta a conseguir...

O problema discutimos hoje e até encontramos a causa!

E então ?..

Então não está nas nossas mãos.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Quase no fim...



Hoje é um dia não.

O fim do ano aproxima-se rapidamente ...
Lembro-me do que disse no inicio deste ano.... - desta vez vou conseguir!-

Mas não ..advinha-se uma catastrofe pior do que o ano passado.
Faço um balanço dos meses todos e verifico que perdi imenso tempo....muito muito tempo...a fazer não sei o que.....ou talvez saiba....
A primeira parte do ano foi muito dedicada a mim e aos meus fantasmas, aos meus problemas....era necessário...e foi violento
E no fim de contas só posso dizer que foi esclarecedor...quando cai o pano descobrem-se as verdades.....e afinal eu não sou assim tão resistente...
Agora que tenho que apresentar resultados fico sem saber onde os encontrar....
Porque não tenho nenhums para dar ....nem sequer posso dizer - olha, estive a fazer isto..vês?- Perdi completamente a perspectiva.....das coisas....e nesta mistura toda adormeci a sombra da bananeira.....
quase que posso afirmar que os meus companheiros de viagem vão safar-se..mas eu vou ficar no crepúsculo...outra vez....

e mais uma vez por culpa minha...

Houve quem ajudasse os outros que estiveram com o mesmo problema.....mas eu não tenho esses anjos da guarda...
Qual é o segredo para fazer com que os outros nos ajudem e compreendam quando estamos mesmo mal? Já vi que não basta sermos mesmo amigas delas....Há quem seja apenas amigo a superfice mas os alvos convençem-se de que a amizade é verdadeira e fazem tudo! qual é o segredo??
Não consigo perceber......será uma questão de carisma?

li algures... - No fim não nos vão perguntar quantos amigos temos mas de quantas pessoas eramos amigas.....-


e provavelmente nesse momento também nos vão perguntar o que fizemos
Não tenho nada para dizer
Este ano acaba mal e o proximo ....
vai ser muito pior.....

E se eu fugisse?

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Vestidos de noiva!




Andei a ver vestidos de noivas! Sempre me fascinaram! Tenho dois! E sou incapaz de me ver livre deles. Achos lindos!
São uma das peças mais importantes da cerimónia! E aqui todas as excentricas tentam brilhar com um exclusivo. Mas normalmente com o passar dos anos quando vamos ver as fotos até nos assustamos! Como fomos capaz de vestir aquilo!?
No meu caso, que já foi há 11 anos atrás o vestido que eu escolhi era de princesa...cintura definida, roda e bordado de perólas, véu pequeno, decote de barco e mangas 3/4, bastante simples...e aquilo que eu mais gostava do vestido - O Saiote!!!!Ora aqui esta uma peça fantastica e muito útil! Útil?? Sim é fantastico para o carnaval!! Já o usei no Bairro e foi um sucesso. Entrar nos bares é que já era mais complicado! Era grande demais!
Mas hoje apesar de gostar do vestido já não o iria escolher para o tal momento.... fazia parte do sonho infantil do príncipe encantado.. e esse já era!
Hoje não sei.....andei a ver e fiquei encantada! Quero exprimentar....mas o tamanho e altura não ajudam....Simples ou com mais alguma coisa? Agora já não o quero tão simples! Seja como for aqui fica uma das minhas selecções
...talvez um colorido?



Lindos!!!
Uns exagerados ao maximo e outros mais simples!
Tenho a certeza que iria ficar bem em qualquer um.....é só emagreçer uns 15 quilos....e usar sapatos bem altos!

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Mais um pouco de História!


Bom eu ando muito curiosa ultimamente e por isso fui ver o que era o São Martinho.


Os Santos populares no nosso país são festejados no tempo quente de Verão: Santo António, São João e São Pedro. No Inverno há apenas um, que chega com o frio: São Martinho, que associamos à prova do vinho novo e às castanhas. E mesmo assim com ele vem o “Verão de São Martinho”! Martinho nasceu no séc. IV em 316 ou 317 D.C. Terá sido baptizado, por volta do ano 339. São mais de 1600 anos de popularidade. Mas saberemos mesmo quem foi São Martinho?


Não podemos dizer que a vida de São Martinho «se perde na noite dos tempos», porque este santo, nascido em território do império romano - Sabaria na antiga Panónia, hoje Hungria, entre 315 e 317, foi o primeiro santo do Ocidente a ter a sua biografia escrita por um contemporâneo seu - o escritor Sulpício Severo.

Martinho era filho de um soldado do exército romano e, como mandava a tradição, filho de militar segue a vida militar. Martinho estudou em Pavia, para onde a família foi viver, e entrou para o exército com 15 anos, tendo chegado a cavaleiro da guarda imperial. Tinha a religião dos seus antepassados, deuses que faziam parte da mitologia dos romanos, deuses venerados no Império Romano, que, como é óbvio, variavam um pouco de região para região, dada a imensidão do Império.
O jovem Martinho não estava insensível á religião pregada, três séculos antes, por um homem bom de Nazaré. Um dia aconteceu um facto que o marcou para toda a vida. Numa noite fria e chuvosa de Inverno, às portas de Amiens (França), Martinho, ia a cavalo, provavelmente, no ano de 338, quando viu um pobre com ar miserável e quase nu, que lhe pediu esmola e Martinho, que não levava consigo qualquer moeda, num gesto de solidariedade, cortou ao meio a sua capa (clâmide) que entregou ao mendigo para se agasalhar. Os seus companheiros de armas riram-se dele, porque ficara com a capa rasgada. Segundo a lenda, de imediato, a chuva parou e os raios de sol irromperam por entre as nuvens. Era o Verão de São Martinho!

Conta a lenda, que no dia seguinte Martinho teve uma visão e ouviu uma voz que lhe disse: «Cada vez que fizeres o bem ao mais pequeno (no sentido social de mais desprotegido) dos teus irmãos é a mim que o fazes». A partir desse dia Martinho passa a olhar para os cristãos de outro modo. Recordamos que o Cristianismo teve dificuldade em se impor como religião, e que um passo importante dado, nesse sentido, foi por Constantino I, que, em 313, permite que o Catolicismo seja livremente praticado no Império. Com o tempo foi aceite como religião do Estado.

Depois do encontro de Martinho com o pobre que seria o próprio Jesus, sente-se um homem novo e é baptizado, na Páscoa de 337 ou 339. Martinho entende que não pode perseguir os seus irmãos na fé. Percebe, que os outros são, na realidade, mais seus irmãos que inimigos. Só tem uma solução - o exílio, porque, oficialmente, só podia sair do exército com 40 anos. Hoje o sentido de irmão está, no Ocidente, perfeitamente interiorizado, mas, na época era algo de totalmente revolucionário. Era uma sociedade estratificada, e os grandes senhores, onde se incluía a classe militar, não se misturavam com a plebe, e muito menos um escravo era considerada pessoa humana. Daí Cristo ter sido crucificado. O amor entre todos, como irmãos que pregava era verdadeiramente contra os usos do tempo. Todos o que o seguiram e praticaram a solidariedade eram vistos como marginais e mais ou menos perseguidos.

Martinho, ainda militar, mas com uma dispensa vai ter com Hilário (mais tarde Santo Hilário) a Poitiers. Funda primeiro o mosteiro de Ligugé e depois o mosteiro de Marmoutier, perto de Tour, com um seminário. Entretanto a sua fama espalha-se. Muitos homens vão seguir Martinho e optar pela a vida monástica. Com o tempo, as suas pregações, o seu exemplo de despojamento e simplicidade, fazem dele um homem considerado santo. É aclamado bispo de Tours, provavelmente em Julho de 371. Preocupado com a família, lá longe, e com todo o entusiasmo de um convertido vai à Hungria visitar a família e converte a mãe.

A vida de São Martinho foi dedicada à pregação. Como era prática no tempo, mandou destruir templos de deuses considerados pagãos, introduziu festas religiosas cristãs e defende a independência da Igreja do poder político, o que era muito avançado para a época. Nem sempre a sua acção foi bem aceite, daí ter sido repudiado, e, por vezes, maltratado.

Sulpício Severo, aristocrata romano, culto e rico fica fascinado com o comportamento pouco comum de Martinho e escreve, entre 394 e 397 a biografia, daquele que ficaria conhecido por São Martinho de Tours. A obra chama-se apenas Vita Martini (escrito em latim), livro que teve enorme repercussão no mundo medieval. Espalhou-se até Cartago, Alexandria e Síria. Sabe-se que este livro foi muitíssimo lido (Enciclopedia Cattolica, Cidade do Vaticano, 1952, p. 220), o que era difícil numa época em que os livros eram caros e quando só o clero e monarcas mais cultos os leriam, mas o certo é que foi um verdadeiro «best-seller».

Só em 357 Martinho é dispensado oficialmente do exército e continua a espalhar a sua fé. Morre em Candes, no dia 8 de Novembro do ano de 397 e o seu corpo foi acompanhado por 2 000 monges, muito povo e mulheres devotas. Chega à cidade de Tours no dia 11 de Novembro. O seu culto começou logo após a sua morte. Em 444 foi elevada uma capela no local. Não foram só as gentes das Gálias que o veneraram, o seu culto espalhou-se por todo o Ocidente e parte do Oriente. Na cidade francesa de Tours, foi erguida uma enorme basílica entre 458 e 489 que viria a ser lugar de peregrinação, durante séculos. Em França há perto de 300 cidades e povoações com o nome de São Martinho e, em Portugal, numa breve contagem, descobrimos 60. É, no entanto, importante frisar que nem todas serão evocações de São Martinho (o da capa), mas também de São Martinho de Dume (na região de Braga), também originário da Hungria (séc. VI).

Por toda a Europa os festejos em honra de São Martinho estão relacionados com cultos da terra, das previsões do ano agrícola, com festas e canções desejando abundância e, nos países vinícolas, do Sul da Europa, com o vinho novo e a água-pé. Daí os adágios «Pelo São Martinho vai à adega e prova o teu vinho» ou «Castanhas e vinho pelo São Martinho».

São Martinho!


Vamos fazer em casa! No forno ficam optimas!
Mi e ela!

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Os nossos bolinhos!


Apesar dos vários convites para virem brincar conosco acabamos sozinhas.
Infelizmente todos tinham montes de coisas para fazer neste dia especial. A tradição já não é o que era! Fazer bolinhos de todos os santos já não faz parte das nossas vidas. é uma tradição que se perde...é pena. Se tivesse irmãs talvez.....talvez fosse diferente.
Mas isto faz da minha vida. Sempre fez. A minha mãe fazia todos os anos estes bolos e era muito giro. É algo que recordo com muito carinho...principalmente quando a minha avó estava ainda presente.
São estas as coisas que quero deixar para a minha filha......memórias de ternura com cheio de bolinhos quentes acabadinhos de fazer!
É assim cumprimos a tradição - eu, Mariana e avó Rosa! Três gerações com as mãos na massa!
E foi muito giro!
E na segunda feira partilhamos com os amigos!
Ela na escola e eu no trabalho!
Do pouco fizemos muito.
Da farinha fizemos bolo.
Só ainda não transformamos água em vinho!








Abóboras!


Linhas pretas, pintalgadas de laranja!

Mais um pouco de tinta aqui e depois ali.

Não espera ainda não esta pronto..... tuc tuc tuc!

Afasta-se para admirar.. - Já esta! Já pode secar!

Todos os bichos de cara pintada! Faz aqui. E depois ali, mamã!

Uma vez secos foram exibidos orgulhosamente na porta de casa!

Lindo!